Sócrates, o verdadeiro

Porque o outro é José!

Sócrates, o verdadeiro header image 1

Obrigado António Marinho Pinto…

a 22 de Maio de 2009

Por dizeres aquilo que muitos de nós pensam e gostariam de ter a oportunidade de verbalizar sempre que temos a infelicidade de assistir a jornalismo (nem sei se o termo se aplica) que de factual e imparcial pouco parece ter.

Marinho Pinto pega-se com Manuela Moura Guedes no jornal da TVI @ i

etiquetas: civismo

13 comentários

  • 1 RM // Mai 22, 2009 at 22:49

    Vídeo

    Manuela Moura Guedes e Marinho Pinto

    http://trocaopasso.wordpress.com/2009/05/22/video-manuela-moura-guedes-e-marinho-pinto/

    :)

  • 2 Rui Palmela // Mai 22, 2009 at 22:53

    Assisti à triste figura de um Bastonário da Ordem dos Advogados que se comportou mais uma vez como um político incendiário, cheio de verdades de La Palice na manga para impressionar a opinião pública, mostrando que é sério e isento mas não passa despercebida a sua intenção de agradar a alguém do governo que viu nele um grande aliado no caso Freeoport com quem pode contar para tentar se safar das “campanhas negras” da policia britânica e da oposição. Sócrates exultou certamente e quiçá já tenha um lugar destinado a José Marinho se ganhar as próximas eleições. Esperemos que não!

  • 3 Socrates // Mai 22, 2009 at 23:18

    Não deixa de ser estranho que o caso Freeport só “avance” em altura de eleições.

    Não ouvi nenhuma mentira a António Marinho Pinto, se queremos ser um Estado de Direito não podemos andar ao sabor de interesses políticos de alguns nem tolerar manipulações ou emissores de opinião que se fazem passar por jornalistas (cujo dever é reportar os factos o mais imparcialmente possível e ter provas para tudo o que afirmam).

  • 4 Rui Palmela // Mai 23, 2009 at 8:58

    Estranho é o facto do caso Freeport ter estado parado durante os anos em que José Sócrates subiu ao poder, contando talvez com a ajuda do Ministro da Justiça e do PGR eleitos por si… Mas o jornalismo de investigação trouxe as coisas à praça pública e ficaram tão óbvias pelos casos de Corrupção no poder deste país (que o sr. Marinho Pinto não tem a mesma coragem de dizer verdades como diz defender) que o povo já tirou suas conclusões e não precisa de resultados finais antes ou depois das Eleições.

    O povo está farto, de resto, desta gente que fala alto e julga que tem o mundo na mão, mas tombarão de seus poleiros onde não merecem estar por serem indignos de cargos públicos onde têm a faca e o queijo na mão. O povo está farto deles, e por isso cresce a revolta e indignação. Eles é que fingem que não entendem, porque há muito perderam a vergonha e pouco lhes importa as vozes da Oposição: O Povo português na generalidade.

  • 5 Rui Palmela // Mai 23, 2009 at 9:12

    Em tempo:

    Ainda bem que o Presidente da República vetou pela 2ª vez a lei que o PS pretendia ver aprovada limitando a liberdade de imprensa. É incómoda para quem está no Poder. De resto, sempre tive a ideia de que José Sócrates não passava de um pequeno ditador e isso vai-se revelando pelo seu carácter e temperamento muito próprio, cheio de ideias obstinadas de quem gosta de estar no poder para tudo fazer a seu bel-prazer. Esperemos que termine seus dias nas próximas Eleições apesar das sondagens ainda lhe serem favoráveis. Porém, prevendo a derrota já se fala num Bloco Central que no meu entender seria mais do mesmo para Portugal.

  • 6 Socrates // Mai 23, 2009 at 11:17

    Liberdade de imprensa não deve ser confundida com a não-liberdade de emitir opiniões como factos, sem ter qualquer fundamento que possa ser provado em tribunal.

    Se eu agora chamar “filho da puta” a alguém, tenho provar que a mãe dessa pessoa era uma prostituta ou face a uma queixa (porque é uma liberdade que a todos nos assiste, de recorrer aos tribunais sempre que achamos que os nossos direitos legais estão a ser violados) corro o risco de ter que indemnizar ou ser obrigado a pagar uma multa (sim, porque muitos dos nossos jornalistas não educam as pessoas já que as multas são estipuladas por um juiz, aquilo que pagamos por estacionar mal é uma coima).

    Se a Manuela Moura Guedes diz que o Bastonário da Ordem dos Advogados fez um frete a José Sócrates, tem que o provar. Se um jornalista diz que José Sócrates esta envolvido em práticas ilícitas, tem que o provar. Se um jornalista sabe o paradeiro de um criminoso ou entra em contacto com um, deveria ter que o denunciar à polícia como qualquer pessoa.

    Apoio António Marinho Pinto pois ele é uma das poucas pessoas que não se cala face aquilo que, segundo a sua interpretação e de muita gente, é a Lei e a dinâmica de um Estado de Direito. A maioria já se acomodou ao incorrecto funcionamento de muitas instituições e ao poder ridículo que associações corporativistas têm na vida política. Ele não.

    Não apoio José Sócrates em todas as suas medidas, nem pouco mais ou menos. Agora o que António Marinho Pinto disse sobre o caso Freeport está, na minha opinião, correcto e se alguém teve medo de dar seguimento ao caso nestes 4 anos, então essa(s) pessoa(s) devem ser imediatamente despedidas por incompetência nas suas funções e se pressões houve, sob pessoas em que essas pressões tivessem efeito (não sobre pessoas mais que legalmente protegidas), então que se apure os factos e se dê seguimento legal.

  • 7 Rui Palmela // Mai 23, 2009 at 12:11

    Muito bem, caro amigo, também sou pela verdade e honestidade política que não existe em Portugal e por uma Justiça mais actuante e verdadeira nos casos de CORRUPÇÃO onde dificilmente consegue condenar altos governantes da Nação.

    Por isso abençoada a Imprensa que trás para a praça pública aquilo que doutro modo seria ‘abafado’ e desconhecido pela população.

    Na América, a imprensa deita governantes abaixo quando são descobertos seus podres apesar de negarem (como cá fazem) as suas culpas até ao dia em que são confrontados com a verdade e se demitem pedindo desculpa. Espero que isso suceda um dia com o actual 1º Ministro de Portugal por tudo o que está acusado e tem negado.

    Quanto ao Bastonário da Ordem dos Advogados, já o aplaudi e vi nele uma pessoa corajosa que podia fazer alguma coisa neste país pelo menos na área da Justiça, mas neste momento não passa de mais um fanfarrão que gosta de dar nas vistas com verdades de La Palice que todos sabemos e não é novidade para ninguém. De resto, parece que ele pretende é chegar ao poleiro ao tentar desmonstar aquilo que José Sócrates chama de “campanha negra” por ter sido envolvido num caso que ele próprio e o Ministro da Justiça pretendia arquivar por pressões feitas aos investigadores do caso através de Lopes da Mota. É mentira? O que é que teme o 1º Ministro?

    O povo tem o direito de saber a verdade e se ele está inocente nada devia temer e acreditar na Justiça deixando o caso Freeport ir até ao fim. Certo?

    Porém, algo teme sim, porque já está queimado com tudo o que veio a público pela Imprensa que ainda tem (por enquanto) a liberdade de mostrar o que se sabe a seu respeito. Diz a sabedoria popular que “onde há fumo há fogo” e nisto creio que José Sócrates está envolvido ou implicado no processo Freeoport como principal suspeito da própria policia inglesa que o tem na lista sobre o caso de Corrupção. Isto nada tem a ver com “campanhas negras” da Oposição e sim com outra coisa que os portgueses têm direito de saber e escolher melhor seus governantes para cargos da Nação.

    Pausa para reflexão!

  • 8 Socrates // Mai 24, 2009 at 1:04

    No geral concordo consigo e também julgo que estamos na altura de agir mais e falar menos, pelo que António Marinho Pinto deverá passar para o próximo nível.

    No entanto como já disse, não deixa de ser estranho que só em época de eleições se volte a falar disto e se venham queixar de “pressões”. No passado já vimos tentativas de desacreditar José Sócrates recorrendo a opções sexuais (demonstrando mentes retrógrada e doentes de quem o tentou), entre outras como esta. Ora é nas urnas que o Povo julga os seus governantes, é nas urnas que o Povo AVALIA os seus políticos. Se queremos criticar José Sócrates façamos por aquilo que conhecemos factualmente: a sua forma de fazer política, de gozar com os adversários (já de si muito fracos e sem capacidade retórica para responder com algum nível), etc. Não andemos agora a fazer julgamentos sumários sem provas factuais nem tendo acesso aos dados todos.

    Infelizmente para muita gente os partidos são como os clubes de futebol, torcemos por eles por simpatia e não por algum motivo racional e isso só contribuiu para o estado de podridão em que a política nacional, patrocinada pelos partidos, chegou. Sem dúvida que é tempo para reflexão, sobre a Justiça, sobre a Política e sobre os Partidos (Medina Carreira tem uma visão bastante particular sobre estes últimos, com a qual tendo a concordar).

    Deixemos a Justiça seguir o seu curso, de preferência sem a comunicação social a perturbar as investigações. Os jornalistas descobrem algo? Comunicam então aos investigadores e só falam em público sobre isso caso seja ignorado. Queixam-se alguns de pressões superiores, então e a pressão diária da comunicação social para que “haja sangue”? Se realmente há pressões que se averigue, sem perturbações externas aos serviços. Deixe-se a Justiça seguir o seu curso, criticando as falhas quando as detectamos. Agora não vamos dar atenção a qualquer gato pingado só porque é bom para as audiências e porque faz uma boa história, quando se vai a ver o incêndio nada mais é que um fósforo, já apagado.

    Devemos exigir Justiça sem dúvida, agora não devemos exigir uma Justiça de impressões pessoais ou guiada pelo circo dos media.

  • 9 Rui Palmela // Mai 24, 2009 at 9:19

    “Se queremos criticar José Sócrates façamos por aquilo que conhecemos factualmente: a sua forma de fazer política, de gozar com os adversários (já de si muito fracos e sem capacidade retórica para responder com algum nível), etc.”

    Concordo, é isso mesmo que devemos fazer nas próximas eleições mostrando a José Sócrates, ao PS e a todos os partidos da Oposição que o povo está farto deles e devia voltar-lhes as costas nas urnas com uma ABSTENÇÃO NACIONAL contra os politicos de Portugal. Mas duvido que isso aconteça, pois…

    “Infelizmente para muita gente os partidos são como os clubes de futebol, torcemos por eles por simpatia e não por algum motivo racional e isso só contribuiu para o estado de podridão em que a política nacional, patrocinada pelos partidos, chegou”

    Efectivamente, como voce diz, “é tempo para reflexão, sobre a Justiça, sobre a Política e sobre os Partidos (Medina Carreira tem uma visão bastante particular sobre estes últimos, com a qual tendo a concordar)”, e eu também concordo com esse antigo Ministro que diz coisas que subscrevo e até coloquei no meu Blog um video com uma entrevista feita a ele no RCP que pode ver aqui:

    http://alvorecer-escriba.blogspot.com/2009/05/ai-o-mei-pais.html

    Um abraço e bom domingo

    Rui Palmela

  • 10 Socrates // Mai 24, 2009 at 11:21

    Só não concordo com a abstenção. Advogo o voto em branco, demonstração que a pessoa se preocupa mas nenhum partido demonstra ser digno da sua confiança.

    Bom Domingo. :)

  • 11 Rui Palmela // Mai 24, 2009 at 21:49

    Pois, mas a realidade é essa mesmo nos últimas anos, a abstenção tem vindo a aumentar sempre que há Eleições. De resto, o direito do povo em abster-se é igual ao dos Deputados da A.R. quando se abtêm na aprovação de leis que não pretendem mesmo que sejam boas para o país. Certo?

    Abraço

  • 12 João Manuel // Mai 25, 2009 at 20:31

    Assinem e divulguem!
    http://www.petitiononline.com/marpinto/

  • 13 joao fernandes // Set 2, 2009 at 9:41

    Não acredito na quantidade de ataques que existe no meio de comunicação existente ao dispor de todos. Por isso e como estou também infectado por estas novas tecnologias, que deveriam sim ser usadas com seriadade e objectivos construtivos e não para dar saida a frustrados, a pessoas de mau interesse em relação a terceiros, que não passa sim de um enorme egoismo. Poderia estar até ao fim dos meus dias a escrever factos de tudo o que afirmo, mas basta-me um comentátio e uma forma de estar numa sociadade, onde a indiferença, a luxuria, a hipocrisia e a falta de consciencia nas pessoas, que acredito todos terem, tratar-se sim de um problema de principios e de educação dada pelos seus progenitores, aprendendo a ignorar, a enganar, a não ser-se ( mole) parvo, para que o outro não ponha o (pé) em cima, ou para dar motivos de orgulho aos pais, de forma a que estes vejam que os seus filhos são bons estudantes, por obrigação ou para poderem ter aquilo que os outros tem, para os pais verem que é esperto, que não se deixa enganar etc etc etc, levando a isso a ser uma pessoa fria, sem sentimentos de compaixão, sem a capacidade de perdoar, de entender e para finalizar , com um unico comentário que deixo e basta para acabar com esta crescente e desenfreada subida de rancores, de faltas de amizade, de dar a espera de receber, de não olhar a meios para atingir os seus objectivos. è TEREM A CAPACIDADE, se conseguirem ainda dentro de cada um encontrar esta forma tão simples, tão normal em tempos ,DE SE POREM SEMPRE ANTES DE AGIREM, DE FALAREM,DE CRITICAR, NO LUGARE DA OUTRA PESSOA EM QUESTÃO.
    Teria-mos um mundo muito melhor.
    Isto em relação a pessoas que falam com arrogancia, que atacam só por quererem o que o outro tem. Isto na politica, pois o poder é muito bom, o melhor, o mais procurado por aqueles que não possuem estas caracteristicas que mencionei, atacando sem qualquer sentimento de compreensão. Refiro-me e afirmo isto dando a garantia de não ser partidario de algum partido, sou sim pela pessoa. Para mim a Pessoa Socrates foi o melhor P.M. de sempre, com os seus erros, até com a sua arrogancia, como dizem, mas o que é arrogancia, é governar fiel ao que acredita, então se é arrogante, porquê as eleições e não pegar em todos os politicos de todos os partidos e governam juntos. Será que assim deixava de existir arrogancia, acabava com os problemas dos portugueses. Isto passa-se com o bastonarios dos advogados, onde a sua frontalidade e honestidade pessoal para com a sua convição, agir sem mentiras e hipocrisia. Não estou a dizer se é bom ou mau, estou sim a dizer se é mau uma pessoa mostrar quem é e não como aqueles que nem dizem que não nem que sim, não sabemos se é peixe, carne fruta, vegetal enfim sabemos sim que fala, sem conhecer as suas ideias e objectivos. É esse tipo de pessoa que querem afrente de um governo ou de uma ordem. EU não
    obrigado

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