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“Portugal é um grande caso BPN”

a 13 de Agosto de 2009

Medina Carreira no “Negócios da Semana” da SIC Notícias

etiquetas: Política

2 comentários

  • 1 Bruno // Ago 16, 2009 at 0:59

    Muito gostas tu do Medina! :-D

    Olha, transcrevo abaixo o comentário que acabei de escrever num para um outro blog. (Neste aqui: http://extrafisico.blogspot.com/ )

    —–

    É sempre interessante ver as entrevistas do Medina.

    Concordo com a teoria dele da “bebedeira”. Teoria essa de que nos estão sempre e enfiar com números pelos ouvidos a dentro, que só serve para distrair e enrolar-nos. No entanto, acho que ele acaba também por ser um “embebedor”.

    Concordo com ele quando diz que é preciso saber os motivos pelo qual não se investe no nosso pais, mas antes noutros. Acrescentaria o óbvio: o capital tende a move-se para onde tem maiores margens de lucro.

    Justiça, é um factor que provoca a diminuição das margens de lucro, logo o Medina diz aquilo que todos concordamos em relação à Justiça. Que esta tem de ser mais célere (e justa!).

    Não concordo que o problema nacional se resolve com incentivos ao investimento e respectivo equilíbrio comercial entre importações/exportações. (se é que estou a usar os termos correctos)

    No geral, agrada-me muito a postura do Medina Carreira, mas não deixa de ser um “economista” com a visão limitada quanto às soluções políticas possíveis.

    PS: economista com aspas, não apenas para tirar-lhe mérito como tal, mas porque como ele frisa várias vezes: Medina não é mesmo economista.
    Bom seria, no entanto, que a maioria dos economistas que vão à TV fossem ao menos como ele…

    ——–
    Mais haveria a dizer, fico-me por aqui.
    abraço

  • 2 Socrates // Ago 21, 2009 at 10:45

    Gosto de o ouvir e daquilo que ele defende: menos palavras ocas e mais método na procura e análise das soluções para os problemas enunciados. :)

    No entanto acho também que houve ali duas ou três situações em que ele falhou e tornou-se, como disseste, um “embebedor”.

    Acho que cada vez mais nos temos que abstrair de ideologias e ser pragmáticos face à sociedade que vivemos e procurar o melhor equilíbrio, havendo sempre um mínimo aceitável em que não podemos ceder. Infelizmente muitos dos que são explorados, dada a oportunidade, passariam a exploradores, como tal temos que procurar um rumo para a sociedade, mas um passo de cada vez para evitar erros (graves) do passado.

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