Sócrates, o verdadeiro

Porque o outro é José!

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Estudo: partilha de ficheiros não é assim tão má, pelo contrário

a 17 de Junho de 2009

A ReadWriteWeb dá conta de um estudo, realizado por dois economistas (Felix Oberholzer-Gee e Koleman Strumpf) da Harvard Business School e da Universidade do Kansas,  onde, entre outros assuntos, se argumenta que a sociedade sai geralmente mais beneficiada que prejudicada com leis de direitos de autor mais brandas e com partilha de ficheiros.

Um dos mitos que é desmontado é o de que a cada download corresponde a uma compra perdida. Também é referido que a disponibilização de músicas gratuitamente levou a um aumento de interesse na compra de leitores digitais (vulgo, leitores de MP3).

Apesar de 65% dos inquiridos admitirem não terem comprado CDs por terem acesso gratuito a músicas, 80% diz ter comprado CDs exactamente pela mesma razão.

No entanto os dois economistas não se focam tanto nas perdas da indústria mas sim na produção musical (cujo volume e duplicou desde 2000) colocando em causa o argumento que a partilha de ficheiros poderá penalizar a mesma.

Esperemos que este estudo seja lido por muita gente, especialmente artistas e legisladores.

Ligações:

Actualização: O efeito do copyright. @ Que Treta!

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Tão longe mas tão parecidos…

a 16 de Junho de 2009

via Cheiro a Pólvora (sim, já faltava um programa assim em Portugal).

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Porque é que a esperança na humanidade ainda sobrevive

a 16 de Junho de 2009

São os pequenos actos de bondade, razão e altruístas que mantém viva a esperança que um dia ainda nos possamos dar todos bem.

BEHROUZ MEHRI/AFP/Getty Images
Apoiantes de Mir Hossein Mousavi tentam acalmar outros manifestantes enquanto auxiliam um polícia anti-motim espancado durante a manifestação na Rua Valiasr em Teerão a 13 de Junho de 2009

Apoiantes de Mir Hossein Mousavi ajudam a evacuar um polícia anti-motim ferido durante as manifestações em Teerão a 13 de Junho de 2009
Apoiantes de Mir Hossein Mousavi ajudam a evacuar um polícia anti-motim ferido durante as manifestações em Teerão a 13 de Junho de 2009

Convém não esquecer que estes eram os polícias que os estavam a agredir. Podem consultar mais fotos em Iran’s Disputed Election @ Boston.com .

ACTUALIZAÇÃO:

Polícia anti-motim apanhado pela multidão durante os protestos em Teerão @ YouTube

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Porque votei em branco e porque o nosso sistema democrático é obsoleto e dispendioso

a 8 de Junho de 2009

Há quem vote em branco por estar desinformado, há quem vote em branco por querer dormir descansado de noite, há muitas razões para se votar em branco. A minha é simples: não gosto que me impinjam pessoas.

Ao votarmos num partido para as eleições europeias, autárquicas e legislativas não estamos a votar nos cabeças de lista, estamos a dar um voto para eleger o máximo de pessoas daquela lista. A lista é apresentada pelo partido, ordenada pelo partido e impingida aos eleitores. O que acontece se eu apenas reconhecer ao cabeça de lista capacidade para me representar? E se for apenas à terceira pessoa na lista? E se eu reconhecer capacidade a uma pessoa de uma lista e a outra pessoa de outra lista?

Poderão dizer que eles todos estarão a seguir a linha do partido e que portanto não fará mal votarmos na lista. Mas se assim é, porque elegemos várias pessoas? Porque não poupar nos seus ordenados e apenas eleger uma pessoa, fazer o seu voto valer X mandatos e possivelmente substituí-la por alguém mais capaz sempre que o assunto em discussão sair da sua especialidade ou possivelmente permitir uma pequena comissão quando o assunto exigir conhecimentos de várias áreas?

Existe uma dicotomia na forma como encaramos as eleições para uma assembleia (europeia, municipal ou nacional). Por um lado focamo-nos em pessoas, a quem damos poder de nos representar (apesar de raramente elas se reunirem com os círculos que as elegeram). Por outro lado na realidade votamos em partidos e estamos a passar carta branca a um partido representado por diversas pessoas, que poderá ou não impor disciplina de voto a essas pessoas, com o qual podemos não concordar com o seu programa na totalidade (assim como algumas das pessoas eleitas).

Durante quatro anos pouco poder a população tem para orientar o processo de tomada de decisões e fica refém da escolha que fez, muitas vezes baseada em certos pressupostos apresentados pelo partido (programa) que podem nem sequer ser cumpridos e ser completamente adulterados. É verdade que nas próximas eleições o partido e os seus representantes podem ser penalizados, no entanto 4 anos passaram. Também é verdade que há deputados que quebram com a disciplina de voto, mas quantos o fazem após reunirem com quem os elegeu?

Eu queria uma democracia mais directa. Uma democracia em que pudesse eleger pessoas de diferentes partidos políticos (ou sem partidos) por aquilo que elas pessoalmente defendem. Queria uma democracia livre de partidarites agudas, que muitas vezes fazem os partidos se assemelhar a clubes de futebol em que gostamos deles emotivamente e não racionalmente. Queria que as pessoas pudessem ser ouvidas por quem elegeram por forma a darem conta do que acham e avaliarem o seu desempenho com críticas construtivas e se a pessoa está a actuar da forma como prometeu actuar. Uma democracia sincera, honesta, verdadeira e atenta.

No entanto se é para continuar como estamos, sob a desculpa de uma democracia mais directa ser impraticável (que não é), então que se acabem com as listas e se votem apenas para mandatos, que irão ser exercidos por quem estiver a representar o partido. Menos barulho nos debates, menos dinheiro despendido para pagar a deputados, mais eficiência.

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Primeiro sufrágio de 2009 (Europeias)

a 6 de Junho de 2009

Eu não estou indeciso, irei nestas Eleições para o Parlamento Europeu votar naqueles que merecem o meu voto, isto é, em ninguém. Votarei em BRANCO portanto e esse voto devia ser respeitado e contar para a subtracção de mandatos, ou não será o POVO quem mais ordena? Pelos vistos não.

Não percebo a democracia esta em que nos impingem listas ordenadas pelos partidos e não apenas candidatos isolados nos quais poderíamos distribuir X votos. Eu quero poder votar em pessoas individualmente, não em listas que premeiam cunhas e interesses político-partidários de bastidores.

Anseio por uma Europa Federalista, para ver se acabamos com esta pouca vergonha que é a maioria da classe política Portuguesa que em nada dignifica o 25 de Abril e todos os que sacrificaram para vivermos hoje em dia em Liberdade e Democracia (não a melhor, mas a que construímos).

Está na altura de mostrar à classe política que não confiamos nela e não a queremos, com esta atitude (que muitas vezes parecem estar a defender interesses de certos grupos económicos e não do Povo). Serão este ano três sufrágios e se se mantiverem assim, nos três irei poupar tinta da caneta.

Ou os políticos mudam ou acabou-se a papa doce!

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Os efeitos nefastos do Acordo Ortográfico…

a 5 de Junho de 2009

Já se fazem sentir os primeiros efeitos nefastos para Portugal do Novo Acordo Ortográfico, senão veja-se:

O crescente poder negocial dos editores brasileiros e a aplicação do Acordo Ortográfico vão acentuar as graves distorções na publicação de livros em Portugal.
A Relógio D’Água vai lançar uma antologia de J. M. Keynes, A Grande Crise e Outros Textos, antes mesmo de poder divulgar a sua obra principal, A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, a mais importante contribuição para a teoria económica no século XX. Isto porque um editor do Brasil adquiriu os direitos para toda a língua portuguesa e recusou a sua subcedência, por tencionar usar o Acordo Ortográfico para relançar a exportação da obra para Portugal, Angola e Moçambique.

O resto poderá ser lido em “Keynes, Freud, o Brasil e o Acordo Ortográfico” @ Relógio D’Água.

Como já fiz na minha vida académica, até porque os termos técnicos e científicos diferem bastante, sempre que precisar irei preferir a tradução inglesa à feita no Brasil, que para além do já referido, muitas vezes usa vocabulário tradicionalmente brasileiro e desconhecido em Portugal, assim como construção frásica e tempos verbais que só são usados em algumas situações por cá.

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Portugal caiu no ranking do Índice de Paz Global

a 3 de Junho de 2009

Em 2008 ocupávamos o 7º lugar como país mais pacífico e seguro, em 2009 descemos para o 14º lugar.

Se não forem adoptadas sérias medidas sociais que eliminem o aparecimento de guetos, os respectivos gangs, façam aumentar a disciplina social e o respeito pela autoridade (em casa, na escola e na rua), assim como medidas de reforço da segurança com mais e melhor policiamento, penas e estadias em prisões que realmente façam os condenados dar valor à liberdade e ao trabalho honesto, temo que para o ano iremos descer ainda mais.

Sem base social sobre a qual construir uma sociedade equilibrada, não existe lei nem pena no mundo que elimine o crime.

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Estou confuso com isto das eleições…

a 2 de Junho de 2009

Estas eleições do próximo fim-de-semana são Legislativas ou Europeias?

É que pelos tempos de antena dos partidos políticos da esquerda à direita podia jurar que eram as Legislativas, da Europa pouco tenho ouvido falar por lá.

Os partidos fazem por dar razão a Medina Carreira…

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S.O.S. enviado por Oliveira e Costa?

a 27 de Maio de 2009

BPN: “Eu sei mais do que disse” - Oliveira e Costa @ Expresso

Será isto um pedido de ajuda/aviso que se não for ajudado a safar-se deste problema, irá levar mais gente com ele? Não sei.

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Obrigado António Marinho Pinto…

a 22 de Maio de 2009

Por dizeres aquilo que muitos de nós pensam e gostariam de ter a oportunidade de verbalizar sempre que temos a infelicidade de assistir a jornalismo (nem sei se o termo se aplica) que de factual e imparcial pouco parece ter.

Marinho Pinto pega-se com Manuela Moura Guedes no jornal da TVI @ i

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